Fim do impasse entre Prefeitura de Assis e Coocassis e a coleta do lixo volta a ter horário normal a partir desta quinta-feira, dia 5 de novembro.
O impasse surgiu por conta da falta de pagamento de reajuste previsto no contrato firmado entre a Coocassis e a Prefeitura para a realização dos serviços da coleta seletiva (foto abaixo) e a coleta domiciliar dos resíduos sólidos na cidade.

Pelo contrato existente, a Coocassis realiza integralmente a coleta seletiva no município e ainda compartilha a coleta de resíduos com a Prefeitura. O serviço é realizado com cerca de 30 servidores municipais e aproximadamente 30 cooperados da Coocassis.
ATRASO – Na manhã desta quarta-feira, dia 4, a coleta atrasou quase três e os caminhões só deixaram o pátio da Secretaria de Meio Ambiente, à margem da SP-333, por volta das 9 horas, quando o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Eduardo Paiva, o ‘Duda’, assumiu o compromisso de se reunir com a prefeita Telma Spera (PL) e os procuradores do município em busca de uma forma legal para garantir o pagamento do reajuste contratual sem ferir um recente decreto de contigência publicado pela Prefeitura.
REUNIÃO – Ainda no período da manhã, Paiva entrou em contato com representantes da Coocassis para agendar uma nova reunião, no final da tarde desta quarta-feira.
O encontro, realizado na Secretaria de Meio Ambiente, contou com representantes da Coocassis, da Secretaria do Meio Ambiente, do assessor de políticas públicas, Karol Tedesque, e do vereador Reinaldo Nunes, o Português (PT).
Paiva informou que, após consulta aos procuradores jurídicos da Prefeitura, a prefeita Telma Spera autorizou a celebração de um contrato aditivo até março de 2027 prevendo o pagamento do reajuste previsto contratualmente.
A proposta satisfez a diretoria da Coocassis, que garantiu a retomada dos serviços a partir de quinta-feira, dia 5, no horário normal.
ATRASADOS – Também ficou estabelecido que os meses anteriores que a Coocassis trabalhou sem receber o reajuste previsto no contrato -desde 2023/2024- será alvo de estudos judiciais, já que a Prefeitura afirma não ter condições de resolver de maneira administrativa.
Coleta continua sendo realizada de maneira compartilhada
Reprodução redes sociais
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