974 – Prevendo ser trocado pelo genro do prefeito na chapa de Cristiani, Aref pode ser alternativa da oposição

As eleições municipais, de fato, são um jogo de xadrez.

Obviamente que as informações ouvidas nos corredores e bastidores jamais são confirmadas pelos protagonistas.

Por isso, talvez, o silêncio seja a principal arma dos estrategistas.

A mais recente movimentação no tabuleiro eleitoral envolve o nome do vice-prefeito Aref Sabeh (foto abaixo).

Aref Sabeh está sendo assediado pela oposição

Mesmo elogiado pelo titular como ‘o melhor vice-prefeito que Assis já teve’, o libanês ‘seo’ Aref já sente o cheiro da fritura no ar.

No gabinete do Paço Municipal e até na Secretaria de Obras, ninguém tem dúvida que o genro do prefeito, Fábio Nossak, secretário de obras, já foi escolhido pelo sogro para ser o vice da candidata a prefeita, Cristiani Bussinati.

Uma fotografia da dupla posando ao lado de Tarcísio de Freitas, durante visita do governador a Assis na semana passada, parece sacramentar a escolha.

Tudo devidamente planejado ou premeditado, como queiram.

ASSÉDIO – Ligado à Mesa Diretora da Santa Casa e envolvido em vários movimentos assistenciais, além de membro de uma das lojas maçônicas, Aref Sabeh não tem rejeição e tem facilidade para atrair os ‘irmãos’ como financiadores de campanha.

Amigos próximos avaliam que ele tem como principais virtudes: a serenidade, só fala quando é chamado e, o mais importante, é fiel.

De fato, parece ser o vice que todo prefeito gostaria de ter.

Percebendo a ‘fritura’ na chapa situacionista, a oposição não perdeu tempo e já começou a ‘namorar’ o vice-prefeito, com a promessa de que ele terá mais ‘voz ativa’ num futuro governo.

Alexandre Cachorrão, que deve deixar o PDT para se transferir ao Avante, e Telma Spera, presidente do PL, são muito próximos de Aref Sabeh e não escondem o desejo de tê-lo na chapa.

PESQUISA – O primeiro passo para aproximação da oposição em direção a Aref Sabeh foi incluir o seu nome numa sondagem de intenção de votos para avaliar seu potencial.

Por não ser pesquisa registrada na Justiça Eleitoral, os números apurados só serão divulgados a quem contratou a empresa. Depois, dependendo do resultado, a ideia é ‘espalhar’ nas redes sociais ‘por descuido’, já que não podem publicadas nos meios de comunicação.

Resta aguardar as próximas movimentações do tabuleiro eleitoral.

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